domingo, 9 de janeiro de 2011

Vamos pra Paquetá? ... rs
Horário das barcas Catamarãs :
A ilha de Paquetá localiza-se no interior nordeste da baía de Guanabara, no bairro de Paquetá , na cidade do Rio de Janeiro.

A ilha apresenta o formato de um oito, com 1,2 km² de área e 8 km de perímetro. Em sua maior extensão, da ponta do Lameirão à ponta da Imbuca, mede 2.316 metros, e na menor, na Ladeira do Vicente, aproximadamente 100 metros.

Em seu relevo contam-se nove morros, o mais elevado dos quais o morro do Vigário, na cota de sessenta e nove metros acima do nível do mar.

A ilha recebe muitos frequentadores nos finais de semana. É possível alugar bicicletas ( R$ 3.00 a hora ) e quadricículos ( R$ 10.00 a hora ) e circular toda a ilha pedalando.
Também existe disponível na ilha o serviço de Bike-Taxi, charretes e pedalinhos. Diversão garantida para toda a família.
A ilha distancia-se aproximadamente quinze quilômetros da Praça XV, no centro histórico da cidade do Rio.
O trajeto até a ilha é feito por barcas que saem aproximadamente a cada 3 horas. O percurso é feito pela baía e dura em média 1 hora e 15 minutos ao custo de R$ 4,50 por pessoa.
O arquipélago de Paquetá encontra-se próximo à Área de Preservação Ambiental (APA) de Guapimirim, área de conservação de manguezais, fonte de vida marinha. Essa proximidade, aliada ao fato de que o arquipélago se encontra em uma área da baía com grande profundidade, no seu canal principal, faz com que as águas das praias de Paquetá, ricas em peixes, sejam constantemente renovadas. Nem por isso são muito recomendadas para banho - fato!
Visitei Paquetá neste último sábado 08/01. Curti bastante o passeio apesar de ter encontrado a ilha mais frequentada ( povão ) do que na verdade eu imaginava. O lugar é tranquilo apesar disso, muito quente e ótimo para quem quer curtir o verão com a família e os filhos.
Mas valeu o passeio foi bem bacana !

Um comentário:

Paquetaense disse...

Oi,
Parabéns pelo Blog,
e obrigado por divulgar a Ilha de Paquetá.
Seja sempre bem-vindo!
Saudações Paquetaenses,
Jorge Soares