quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 6 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A peça, cujo enredo é desenvolvido numa conferência que apresenta um estudo sobre a língua da ilha de Java, traz as professoras Pandora Helena e Fanta Maria como preletoras e transforma o teatro numa grande sala de aula e a platéia em alunos.
Com muita graça e irreverência, as professoras não só falam de sua tese, mas contam como foi sua viagem e o contato com o povo da ilha. Porém, esta não é uma conferência comum. Situações hilárias e comentários engraçados sobre pessoas e situações do ambiente acadêmico das duas mestras tiram risos da platéia. Os personagens brincam com nomes de pessoas públicas do meio cultural e político brasileiro, fazendo críticas a certas situações do nosso país, e rendem uma homenagem à classe dos professores.
A platéia também participa da aula quando todos são convocados a emitir os fonemas javaneses e, também, quando alguns “voluntários” sobem ao palco para fazer testes individuais. As paisagens javanesas com seus habitantes são mostradas durante uma projeção quando algumas surpresas acontecem.
Assim, Pandora, uma professora que aparenta ser muito séria e severa, e Fanta Maria, uma mestra simpática sensível e muito dada, fazem o público rir, se divertir e sair do teatro lembrando dos mestres que passaram por suas vidas e dos quais não esqueceram jamais.quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Abaixo, algumas imagens da oficina "Assunto de Palhaço", ministrada por Regina Oliveira do Teatro de Anônimos. Partindo do princípio de que nenhuma pessoa é igual à outra, a oficina procurou aprofundar a personalidade de cada inscrito, fazendo perceber que uma lógica, um modo de agir e de sentir. é o que define a personalidade de uma pessoa e, portanto, a do palhaço também.
Confesso que não é fácil ! Principalmente não para mim. O único voluntário entre um grupo de atores profissionais do Teatro Andança. Entrei sem muitas referências nesta área (teatro) e mesmo correndo muito atrás para acompanhar o grupo, senti falta de algumas técnicas que só a prática do teatro pode lhe fornecer. Mesmo assim ( sofrendo horrores em cada jogo proposto pela Regina Oliveira) decidi seguir até o final, desafiando meus próprios sentimentos e mergulhando em emoções que não estou acostumado a sentir como o medo, a ansiedade, a angústia, a decepção, a realização, etc...
Foi muito bom partilhar experiências e conhecer mais sobre o universo do palhaço, através de vídeos e de conceitos de quem faz este trabalho tão incrível. Meu respeito aumentou por estes artístas a medida em que também desconstruí conceitos pré-estabelecidos (por mim) a respeito desta arte.quinta-feira, 1 de julho de 2010
Dira Paes e Otto Jr mostram encontros e desencontros em 'Caderno de memórias'
Uma história amorosa, engraçada, divertida, com linguagem rápida e objetiva. O espetáculo "Caderno de memórias", estrelada por Dira Paes e Otto Jr, reúne esses ingredientes e mais um pouco. Com texto adaptado do francês Jean Claude Carriére, a peça, dirigida por Moacyr Góes, conta a história de Suzanne (Dira Paes) e Jean Jacques (Otto Jr). Ela entra no apartamento do advogado bem sucedido, sem pedir licença, dizendo que procura por outro homem, mas que, por não tê-lo encontrado, precisa ficar ali por alguns minutos. No entanto, Suzanne enrola e acaba não saindo da casa de Jean Jacques, permanecendo lá por três dias. Ela invade sua casa, mexe em suas roupas, bagunça sua vida organizada e até se apossa do guarda-roupa dele. Tudo soa muito estranho e irritante no primeiro dia para aquele homem que está acostumado a viver sozinho.Mas, no segundo dia de convivência e uma insistência da bela mulher em continuar na casa dele, o advogado resolve mudar de ideia. Suzanne, que antes era um ser estranho para ele, passa a fazer parte de sua vida de tal maneira que ele não consegue explicar. Seus compromissos, que até 24 horas atrás eram inadiáveis, passam a ficar em segundo plano em sua agenda. No terceiro dia, Jean já está tão envolvido com Suzanne que até vende sua parte no escritório para o sócio, Michel. Ele resolve que vai viver à disposição da amada, que, por sua vez, não quer casar e firmar compromisso com ele, mas gosta de sua companhia e o deseja como mulher.O espetáculo mostra a dificuldade de dois seres em se entregarem ao amor, dedicar-se ao outro, sem abandonar a individualidade e a solidão que existem neles. Suzanne e Jean Jacques são duas pessoas totalmente diferentes, mas unidas pelo desejo, pela atração de serem opostos. O cenário, composto por cama, cadeira, mesa de centro, tapetes e uma arara de roupas, se encaixa perfeitamente à necessidade de expressão dos atores em cena. Com uma trilha sonora francesa impecável, "Caderno de memórias" prende a atenção do espectador do início ao fim da peça de aproximadamente noventa minutos de duração. É impossível não se surpreender com o final, que deixa uma bela reflexão sobre os encontros e desencontros da vida e, principalmente, sobre a busca da felicidade.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Teatro: Confissões de Adolescente - Uma releitura da peça de maior sucesso nos anos 90. ( Teatro D. Pedro - Petrópolis)
Teatro - Confissões de Adolescente
de Maria Mariana
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Divulgação: Quarta Improvisada - Os Invasores


Composto por um apresentador, que conduz os jogos e cenas de improvisação (que no caso será a diretora teatral Fátima Coutinho), seis atores fixos e alguns convidados que competem entre si, essa mistura de jogo e teatro encanta o público tanto pela expectativa da cena quanto pela vulnerabilidade do ator diante do tema proposto. A Improvisação exige do elenco muita criatividade e rapidez de raciocínio e também oferece muito risco ao ator, que acaba também sendo “autor do espetáculo”, explica a diretora Fátima Coutinho responsável pela concepção, direção e produção artística do evento.As diferenças entre Cenas Improvisadas e as apresentações de uma peça teatral já aparecem na preparação que os atores precisam fazer antes da apresentação. Como não existe um roteiro predeterminado, os ensaios e as apresentações nunca são iguais. “É muito mais complexo que decorar e interpretar um texto, a improvisação exige que aquele que está em cena tenha treinado e estudado sobre a arte de improvisar, para que possa ter elementos suficientes para criar algo que prenda a atenção e divirta o público”, reforça a professora Fátima Coutinho.A linguagem da improvisação é uma nova pesquisa e um diferente formato de espetáculo e surge como mais um desafio para os atores, que promete surpreender o público. Vale a pena conferir! 
segunda-feira, 18 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Agenda: Dica Cultural : 16/05 - Teatro
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Teatro: Assisti, Curti e Recomendo / A Árvore dos Mamulengos.
m se apresentam causando divertidas confusões.
A peça, que tem texto de Vital Santos, direção geral de Simone Kalil e direção musical de Pedro Ivo, venceu o “II Festival de Teatro de Patos de Minas” nas categorias “Melhor Espetáculo” e “Melhor Ator”, e foi convidada a participar da Bienal do Livro no Rio de Janeiro.
Agora, está em palcos do Rio de Janeiro para uma temporada relâmpago no Shopping da Gávea antes de seguir viagem Brasil afora. ELENCO (EM ORDEM ALFABÉTICA): Anna Terra, Andressa Lameu, Alberto Naar, Cátia Weiler, Fábio Martins, Jenny Mezencio, Jefferson Almeida, Lili Borges, Ludmilla Marinho, Maelcio Moraes, Marina Hodecker, Sandro Rabello e Último de Carvalho; Banda Mais Molengos: Aline Castro, André Marques, Fabio Gomes, Felipe Chernicharo, Luiz Morais, Mateus Xavier, Pedro Araújo e Pedro Ivo; Cenografia: Bruna Mureb e Raquel Santos com orientação de José Dias; Figurinos: Danny Ramos com orientação de Beth Fillipeck; Iluminação: Clarisse Oliveira, Bruna Mureb e Simone Kalil com orientação de Jorginho de Carvalho; Maquiagem: Clara Colin e Marina Hodecker; Pesquisa: Carlos Roberto Alves, Carmen Celsa Alvitos, João Cícero Bezerra e Sônia Plácido com orientação de Evelyn Furquim. A produção é de Simone Kalil e Sandro Rabello.
Texto e fotos: Divulgação


.jpg)





























